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sexta-feira, 27 de maio de 2016

'Não dói o útero, e sim a alma', diz menina vítima de estupro coletivo no Rio

A vítima de um estupro coletivo que chocou o Brasil e o mundo se manifestou nas redes sociais após o crime brutal ganhar forte repercussão em apoio à adolescente de 16 anos. "Não, não dói o útero, e sim a alma por existirem pessoas cruéis sendo impunes !! Obrigada ao apoio", disse a menina no Facebook. Ela também contou que teve o celular roubado e afirmou que temia o julgamento das pessoas. "Realmente pensei que seria julgada mal, mas não fui. Todas podemos um dia passar por isso".
O crime brutal, em que 33 homens armados estupraram a jovem no Rio de Janeiro, motivou uma campanha nas redes sociais pelo "fim da cultura do estupro", levando a hashtag #EstuproNaoÉCulpaDaVitima a ser um dos principais tópicos do Twitter mundial na manhã desta sexta-feira (27).

Suspeitos identificados

A Polícia Civil identificou quatro homens suspeitos de terem participado do estupro ocorrido no morro São José Operário, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio. O crime aconteceu no sábado (21) e ganhou repercussão na quarta-feira (25), após imagens do estupro publicadas na web causarem indignação entre os internautas.

Em depoimento à polícia, a adolescente contou que foi visitar o namorado em uma casa no alto da comunidade que era usada por homens ligados ao tráfico de drogas na região. Imagens postadas pelos supostos agressores no Twitter geraram revolta ao mostrarem a menina desacordada com órgãos genitais expostos. No vídeo, um homem admite: "uns 30 caras passaram por ela".

Quatro suspeitos foram identificados pela polícia até o momento. Um deles é o rapaz que tinha um relacionamento com a jovem, Lucas Perdomo Duarte Santos, de 20 anos (à esquerda na foto acima). Os outros são Marcelo Miranda da Cruz Correa, de 18 anos, envolvido na divulgação das imagens na web, Michel Brazil da Silva, de 20, e Raphael Assis Duarte Belo, de 41 (ao lado de Lucas na foto acima). Esse último aparece perto da vítima nas imagens divulgadas do crime.

O Ministério Público do Rio (MPRJ), que acompanha o caso, através da 23ª Promotoria de Investigação Penal, informou que a Ouvidoria da instituição já recebeu cerca de 800 denúncias sobre os criminosos e que já encaminhou o material retirado das redes sociais para os órgãos de investigação do crime.

Em nota, a Polícia Civil informa que a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e a Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) estão trabalhando de forma integrada na investigação do crime.

A Subchefia Operacional e o Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE) colocaram suas unidades à disposição para auxiliar na investigação.

O cidadão que tiver qualquer informação que possa contribuir com a investigação, especificamente endereços dos suspeitos ou novas provas do fato, pode entrar em contato com a Polícia Civil através da Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) pelos telefones (21) 2334-8823, (21) 2334-8835, pelo chat online ou pelo Disque Denúncia 2253-1177.

Os delegados de Polícia Alessandro Thiers e Cristiana Bento, responsáveis pela investigação, atenderão a imprensa nesta sexta-feira, às 12h30, na Cidade da Polícia, para apresentar novas informações sobre o caso.

A vítima do estupro coletivo foi levada na manhã de ontem (26) para o setor de ginecologia do Hospital Maternidade Maria Amélia, no centro do Rio, onde fez exames e tomou medicamentos para evitar doenças sexualmente transmissíveis e Aids.

(Com informações de Estadão Conteúdo e Agência Brasil)
Via BOL
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