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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pe. Reginaldo Manzotti, Boletim Informativo Semanal

Nesta quarta-feira, dia 08 de junho, no programa Experiência de Deus, fiquei muito emocionado com a participação de uma Filha de Deus. Ela partilhou comigo que é mãe de um traficante e me pedia para ensiná-la uma oração que confortasse o coração de mãe dela.

Essa participação tocou toda a equipe e creio que também muitos ouvintes e telespectadores. Como falei para ela, o que eu poderia ensiná-la? Somente Deus é capaz de confortar e consolar o coração dela e de todos que sofrem. Mas eu confesso que fiquei pensando nesse pedido: “me ensina uma oração”.

Esse também foi um pedido dos discípulos de Jesus: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc 11, 1). E Jesus, na sua infinita misericórdia, ensinou-lhes a oração do “Pai Nosso”. Dois Evangelistas fazem essa narração. Lucas, de forma mais breve, com apenas 5 petições (Lc 11, 1ss) e Mateus, de forma mais longa, com 7 petições (Mt 6, 9ss). Este último é a que usamos para a nossa oração. 

O “Pai Nosso” é chamado oração do Senhor, porque não foi feita por mãos humanas, mas revelada pelo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo. A primeira parte do “Pai Nosso” é na verdade um pôr-se na presença de Deus nosso Pai. A segunda parte são as petições em relação às nossas necessidades. 

Rezar: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o Teu nome; venha a nós o Teu reino, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu” é pôr-se na presença de Deus Pai para adorá-Lo, amá-Lo e para bendizê-Lo. Essa primeira parte é uma louvação, adoração e declaração de amor.

Ao ensinar os Apóstolos a rezarem, Jesus começa com “Pai”. Isso demostra que essa palavra já tinha sido elaborada, fazia parte do cotidiano e havia sido internalizada. Ele verbaliza aquilo que a sua filiação sentia. Segundo São Tertuliano, o “Pai Nosso” é, na verdade, o resumo de todo o Evangelho. Nele, Jesus revela a sua relação com o Pai.

Na estrutura, nas petições dessa oração, Jesus coloca a ordem e os valores das coisas que devemos pedir. São Mateus, propositalmente, dispõe o “Pai Nosso” em seguida as bem-aventuranças. É como se fosse uma necessidade rezarmos o “Pai Nosso” para sermos bem-aventurados. 

Chamar Deus de Pai é uma ousadia filial e Ele quer que sejamos ousados, porque o filho não tem medidas: ele pede, implora, chora, grita e esperneia, mas não desiste. Somos autorizados por Jesus a ter essa ousadia, pois não estamos nos relacionando com um Deus abstrato ou distante. Jesus estabelece uma relação íntima entre nós e o Pai.

E é essa relação íntima entre nós e o Pai que precisamos cultivar, pois é somente essa intimidade com Deus que nos mantém em pé diante de todas as tribulações e provações pelas quais passamos. Pois com Deus ao meu lado, não vacilo.

Que saibamos ter uma profunda e íntima relação com Deus. Amém.

Deus abençoe,

Padre Reginaldo Manzotti

Associação Evangelizar é Preciso
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